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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Novo brinquedo:Fidget Hand Spinner


 

  


A maior novidade para as crianças e até adultos é o FIDGET HAND SPINNER.

O papai de Pedrinho comprou alguns para ele vender no colégio e ele conseguiu. Teve um pequeno lucro, porém o intuito do pai é torná-lo um empreendedor. E é lógico que Pedrinho ficou com 2: um verde de lede e um do batman. A vovó dele comprou um azul para ele.

Achei este conceito na internet sobre o brinquedo:

Hand spinner é um brinquedo que serve como um amenizador da ansiedade e do stress. Consiste num equipamento que quando impulsionado começa a girar constantemente na ponta dos dedos do seu usuário. Também é conhecido como fidget spinner ou fidget hand spinner.

Um hand spinner serve como uma ajuda para combater a ansiedade e diminuir o stress, além de também ser útil para auxiliar as pessoas que desejam largar alguns vícios, como roer as unhas ou usar constantemente o smartphone, por exemplo.
Acima de tudo, o hand spinner pode ser considerado um passatempo que ajuda a manter as mãos ocupadas, sem fazer barulho. Funciona ainda como um objeto de distração, para os momentos de tédio ou de descanso, por exemplo.
Mesmo sendo considerado um "brinquedo", o hand spinner passou a ser popular principalmente em escritórios profissionais, como uma "técnica de relaxamento".
Embora nem todos os especialistas concordem com este uso, os hand spinners são muitas vezes promovidos como um brinquedo que ajuda a melhor o foco e a concentração, especialmente em casos de crianças com défice de atenção ou autismo.
Tradução Hand Spinner significa "girador de mão", sendo que hand significa "mão" e spinner, "girador".
Fonte: Significados

sábado, 30 de abril de 2016

Nascimento de um dinossauro

É um brinquedo! Eu comprei para Pedrinho. As imagens são bastante esclarecedoras.







quarta-feira, 20 de abril de 2016

Uma bela construção


Pedrinho estava inspirado na sua construção com tratores e até carro de bombeiro.

Fez uma construção com entrada e estacionamento. 

Ah! Meu pequeno engenheiro.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Onde ficam os brinquedos

Pedrinho tem muitos brinquedos que fica até difícil guardar tudo num único lugar.

Resolvi postar onde e como são guardados os brinquedos de filhão.

Em cima do guarda-roupa de Pedrinho


Dentro do guarda-roupa de Pedrinho

      Tratores e caminhões ficam na prancha no quarto de Pedrinho


   Do lado do guarda-roupa de Pedrinho ficam outros brinquedos



Por falta de opção, estes brinquedos ficam no armário da cozinha.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

domingo, 16 de novembro de 2014

Muitos e muitos brinquedos

Estes são alguns dos brinquedos de Pedrinho.

O robô foi presente do vovô no aniversário de 1 ano e a pista com 2 carrinhos foi do primo Marquinhos. 

O domino de Cocoricó foi presente de aniversário de 3 anos que fiz, também, no colégio. Ele é bem interessante, é de associação de imagens

O menino no carro foi presente no aniversário de 2 anos. E Pedrinho brincou demais com este carro comigo. Vou explicar:

Pedrinho sentava de um lado e eu ficava de frente para ele e quem estava com o brinquedo pressionava o cachorro cinza para baixo e o carro ia para frente até o cachorro subir novamente. Bom, um direcionava o carro para o outro.


segunda-feira, 26 de maio de 2014

Caminhõeeeeeeeeeeeessssssssssssssss!

Estes caminhões meu filhão ganhou de tio Márcio em ocasiões diferentes: o ônibus foi no dia das crianças e o outro não me recordo ao certo, acredito que foi presente de natal.

Eles são lindos e enormes. Pedrinho adorou!!!!!



quinta-feira, 27 de março de 2014

Brincando com meu filho

Hoje pela manhã, eu e Pedrinho brincamos com Max Steel mais os soldados, o astronauta, o carro do bombeiro e Capitão América.

Foi uma mistura deliciosa! E na cabeça de Pedrinho: Capitão América se feria, os soldados chegavam para salvá-lo e colocavam nos ombros de Max Steel para que ele o colocasse no carro do bombeiro para ir ao hospital e no final tudo dava certo. E todos lutavam contra o mal  e Max Steel atirou muito com as suas armas diferentes. Risos.

Amei! Principalmente porque meu filho não curte muito boneco, ele gosta muito mais de trator e caminhão e aquelas pistas e carrinhos da Hot Wheels.

Os bonecos preferidos dele são os que postei as fotos.





domingo, 1 de dezembro de 2013

Conhecendo os brinquedos de Pedrinho

Pedrinho tem paixão por tratores, principalmente, além de caminhões e carrinhos da Hot Wells.


Eu jura que vai ser engenheiro, porém ele curte demais carro de bombeiro ou soldados.



Quebra-cabeça ele também gosta. Ele já monta sozinho um de 30 peças e agora está partindo para os de 60.



Complicado é guardar este brinquedos, porque são grandes.



Vou postar alguns dos brinquedos que Pedrinho ganhou no aniversário dele deste ano, de 5 anos:



Este caminhão militar que deu foi o papai Mauro. Pedrinho amou porque ele tinha já os soldados que ele ganhou do aniversário do ano passado da minha amiga Suely.




Este foi o presente de aniversário de 5 anos dos padrinhos: Flávia e Cláudio, junto com o filho deles João Vitor 


A garagem da Hot Wells foi o presente de Tio Marcos e Tia Ana e o caminhão da Hot Wells foi do vovô Severino e da vovó Iraci.





Eu dei para ele a fantasia do Capitão América junto com a máscara e o escudo. E o caminhão de bombeiro foi a amiga dele: Julia.



Ele adorou todos os presentes.







Este presente de aniversário ele ganhou da prima e também é da Hot Wells


sexta-feira, 3 de maio de 2013

Brincar é coisa séria

Uma pesquisa revela que as crianças brasileiras brincam pouco – e que os pais não ajudam a mudar esse quadro


Anna Paula Buchalla (Revista Veja)



As crianças brasileiras não brincam o bastante. Esse é o cenário revelado pelo maior e mais minucioso levantamento já feito no Brasil sobre o hábito de brincar de meninos e meninas entre 6 e 12 anos. Encomendada pela multinacional Unilever e conduzida pelo Instituto Ipsos, a pesquisa foi feita em 77 cidades – um universo que representa 31,5 milhões de pais e 24,3 milhões de crianças. 

O resultado é preocupante porque dedicar pouco tempo aos jogos pode comprometer o desenvolvimento infantil. Brincar é um dos quatro parâmetros usados para medir o bem-estar de uma criança – ao lado da qualidade do sono, da alimentação e da higiene.

Como definiu Brian Sutton-Smith, um dos principais educadores dos Estados Unidos: "O contrário de brincadeira não é trabalho. É depressão". Crianças que brincam mais se tornam jovens e adultos melhores. Os jogos e divertimentos (civilizados, é claro) estimulam a inteligência, ensinam valores, colocam a criança em contato com suas habilidades e dificuldades, despertam a imaginação e a criatividade e aliviam tensões.


Um em cada três pais ouvidos na pesquisa acha que as crianças devem se preparar para a concorrência profissional futura desde cedo e 84% concordam que, para estarem preparadas para a vida, as crianças devem brincar menos e estudar mais. Com isso tudo, os jogos tendem a ficar restritos ao período em que as crianças estão na escola. 

No ambiente escolar, porém, a brincadeira é organizada e monitorada por adultos, que determinam o repertório dos jogos e ditam as regras. "O efeito disso é que, quando essas crianças têm a oportunidade de brincar sozinhas, elas simplesmente não conseguem. Faltam-lhes criatividade e imaginação", afirma Ann Marie.

E elas implicam que os pais também brinquem com seus filhos. Por meio dessas brincadeiras conjuntas, as crianças assimilam melhor o respeito às regras e a necessidade de ter paciência e persistência na perseguição de objetivos. Além disso, os jogos compartilhados fortalecem os vínculos afetivos. 

O levantamento da Unilever mostra que o que acontece nas famílias brasileiras é justamente o oposto: as crianças brincam pouco com seus pais. "Brincar não é um atributo genético. Brincar é uma atividade que se aprende", diz o educador Celso Antunes, autor de mais de quarenta livros sobre educação. O papel dos pais nesse processo é fundamental. 


Em especial, nos primeiros anos de vida da criança. É essencial que eles a ensinem a brincar, proporcionando não só os brinquedos, como também se dispondo a indicar como funcionam. Mas há um limite na participação dos adultos nos jogos infantis, alertam os educadores. Os pais devem brincar com seus filhos – mas não pelos seus filhos. Pai ao estilo animador de bufê infantil acaba tirando a espontaneidade da criança (e é também um embaraço, convenhamos).

Uma conjunção de fatores ajuda a explicar por que as brincadeiras se tornaram escassas na vida das crianças. O primeiro deles é que, desde muito cedo, elas se tornam dependentes de televisão, vídeos e computadores. Não se trata de condenar esses passatempos. 


O errado é passar muito tempo diante de tais aparelhos. Os meninos e meninas brasileiros são os que mais vêem televisão em todo o mundo. Isso lhes consome, em média, três horas e meia por dia. É muito tempo. "Ver televisão não é brincar", disse a VEJA a psicóloga Ann Marie Guilmette, professora da Brock University, do Canadá. 

A passividade dos pequenos diante de um aparelho de TV não substitui os estímulos de um jogo de tabuleiro ou de um esconde-esconde. No entanto, um dos dados mais surpreendentes da pesquisa é o fato de que, para 97% das crianças brasileiras, ver televisão, DVD ou vídeos é sinônimo de brincadeira – e essa é a favorita delas.

Outro hábito que tem roubado o tempo de diversão das crianças é a preocupação excessiva dos pais com o futuro profissional de seus filhos. O tempo livre delas agora é ocupado com cursos de línguas, balé, esportes e computação, entre outros. 

Nas últimas duas décadas, depois de uma série de pesquisas, ficou claro para os estudiosos do desenvolvimento infantil que relações familiares sólidas têm um peso preponderante na formação de profissionais de sucesso. 

Evidentemente, não dá para querer voltar ao passado, quando a família dispunha de tempo e disposição para passar horas e horas ao redor de um tabuleiro de War, Banco Imobiliário ou Detetive. A vida ficou mais corrida e pais e filhos já não se reúnem tanto. 

Nos últimos vinte anos, o número de jantares e férias em família caiu 33% e 28%, respectivamente, de acordo com um levantamento americano. Esses índices podem ser estendidos à realidade brasileira, segundo os especialistas. 

Nada disso, no entanto, deve servir de desculpa para não brincar com os filhos. 

Para o educador Celso Antunes, quinze minutos por dia são suficientes: "Desde que esse seja um tempo planejado, desejado e feito com o mesmo empenho com que se caminha na esteira da academia de ginástica". O triste é que brincar com os filhos é fonte de prazer para apenas 14% dos pais. 


A brincadeira precisa ser prazerosa e variada para ter qualidade. Os pesquisadores do Instituto Ipsos criaram o "Índice Brincar" para avaliar a qualidade das brincadeiras, levando em conta o tipo de atividade e o tempo gasto com ela. 

De acordo com esse índice, 39% das crianças brasileiras não brincam como poderiam. "Porque brincam pouco, nossas crianças estão desperdiçando boa parte de sua infância, o que é muito triste", diz a psicopedagoga Maria Angela Barbato Carneiro, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e consultora da pesquisa. 

Portanto, tire seu filho da frente da televisão, pegue a bola e desça até a quadra do prédio. Lembre-se: com você, bastam quinze minutos por dia. 



Fonte: Aqui



domingo, 21 de novembro de 2010

Pedrinho pedalando

Desde 1 ano e 2 meses, Pedrinho começou a pedalar no velocípede, sempre demonstrando alegria, satisfação e euforia nestes brinquedos. 

Ele é uma criança feliz e nós pais só temos a aproveitar estes momentos que são únicos... obrigado filho por tudo que você nos da todos os dias.... te amamos muito.