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quinta-feira, 1 de outubro de 2015
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Como os meninos enxergam suas mães
A figura da mãe, importante em todas as linhas de pensamento psicanalítico é, sem dúvida, a figura crucial do processo de humanização [do filho]. Para Lacan, ela é o “outro primordial”. E é indiscutível que a criança cria o mundo a partir de sua relação com a mãe, sendo fruto de projeções e identificações. (Glaucy Abdon)
Os meninos têm uma relação calorosa com a mãe. Os filhos homens são carinhosos e querem estar perto dela e protegê-la. É um comportamento natural. Para eles, somos as mulheres mais lindas, mais perfeitas e mais corretas do mundo! Os nossos defeitos são praticamente invisíveis. Nos protegerão com todas as forças, sempre que precisarmos! Acreditam em tudo que dizemos.
Embora algumas pesquisas apontem para uma menor interação física dos pais com os meninos do que com meninas, isso não muda a realidade das meninas não serem as únicas que precisam ser abraçadas e acariciadas! Os abraços da mãe e do pai ajudarão o menino a se sentir seguro e protegido.
O relacionamento entre uma mãe e seu filho
O pai representa o lado aventureiro, brincalhão, viril, com a possibilidade de brincadeiras mais arriscadas e de maior impacto físico. A figura paterna representa o afastamento do mundo materno, do conforto e segurança que o seio materno proporciona, dando ao menino equilíbrio e autonomia para crescer e amadurecer.Ao passo que a mãe representa para o filho, o bem, a previdência, a lei, em uma palavra, a Divindade em uma forma acessível à infância. (Henry Fredéric Amiel)O equilíbrio na relação mãe e filho é fundamental para o crescimento e desenvolvimento normal da personalidade da criança. O menino precisa sentir que é aceito e amado incondicionalmente, que pode se aproximar e buscar proteção a qualquer momento e será bem acolhido. Negar esse acolhimento é afastar irremediavelmente o filho de si. A mágoa adquirida na infância molda o caráter; os maus-tratos físicos e/ou psicológicos vindos da pessoa que o menino mais ama e confia, frustra, castra e o faz sentir que o mundo é hostil e ele deve responder à altura, com violência e autodefesa.O que os filhos esperam de suas mães?1. Amor
2. Ensino
3. Experimentar
Não ensine tudo, não mostre todos os caminhos. Instrua-o, dê-lhe bons exemplos e deixe-o experimentar por si e aprender à sua maneira.4. Correção amorosa
Dê a ele espaço para errar, corrija seus erros com firmeza, mas com bondade. Ele está aprendendo, é tempo de errar. A correção irritante ou humilhante produz efeito contrário.5. Limites
Se seu filho não tiver limites, ele não terá disciplina. Sentir-se-á sem confiança. Consequentemente terá dificuldades de realização e cumprimento de tarefas. Por outro lado, se seu filho sentir que você não pode controlar seu comportamento inadequado, ele pode sentir ser mais forte que você e tentará manipulá-la.6. Realidade
Seja direta e realista com seu filho. Não crie ilusões para que sejam destruídas mais tarde. Seja honesta, não tente ser infalível, não tente fazer tudo por ele. Seja você mesma e dê a ele o mesmo espaço de ser quem ele é. Não lhe dê tudo o que ele deseja. Não cubra seus erros. Deixe-o aprender que existem consequências.7. Contato físico
Abrace e beije seu filho, olhe em seus olhos, sorria para ele, brinque com ele. Deixe-o procurar sua mão quando precisar de apoio, deixe-o encontrar seus olhos de aprovação quando se sentir inseguro. Deixe que encontre seus braços quando estiver feliz ou precisar chorar.E toda mulher que se torna mãe, seja de seus próprios filhos ou filhos gerados por outra, descobre que o filho que depende do seu amor e da segurança que ela transmite, é o melhor presente que Deus lhe deu.
Fonte: Familia
quarta-feira, 10 de junho de 2015
Como aplicar limites aos seus filhos
As crianças precisam de limites. Como educar com disciplina nossos filhos. Uma disciplina eficaz na hora de aplicar limites aos nossos filhos é o mais importante. Se apresentamos uma boa regra, nosso filho estará disposto a cumpri-la porque o que eles querem é nos agradar.
Não estamos preparados para estabelecer limites. alta-nos habilidade para fazê-lo. Falamos demais, exageramos na emoção, e em muitos casos, equivocamo-nos na nossa forma de expressar com clareza e demasiada autoridade. Quando necessitamos dizer aos nossos filhos que devem fazer algo e “agora” (recolher os brinquedos, ir para a cama, etc.), devemos ter em conta alguns conselhos básicos:
Uma educação firme para as crianças
É frequente ouvir de nós mesmos e de outros pais, expressões como “comporte-se bem”, “seja bom”, ou “não faça isso”. As expressões significam diferentes coisas para diferentes pessoas.
Nossos filhos nos entenderão melhor se dermos nossas ordens de uma forma mais concreta. Um limite bem específico diz a uma criança exatamente o que deve ser feito. “Fale baixinho na biblioteca”; “Dê de comer ao cachorro agora”; “Segure na minha mão para atravessar a rua”. Esta é uma forma que pode aumentar substancialmente a relação de cumplicidade com seu filho.
O que fazer para que as crianças sejam obedientes
Em muitos casos podemos dar aos nossos filhos uma oportunidade limitada de dizer como cumprir suas ordens. A liberdade de oportunidade faz com que uma criança sinta uma sensação de poder e controle, reduzindo as resistências. Por exemplo: “É hora do banho. Você quer tomar banho quente ou frio?”; “Está na hora de se vestir. Você escolhe sua roupa ou quer que eu escolha?”. Esta é uma forma mais fácil e rápida de dizer a uma criança exatamente o que fazer.
Obediência e disciplina
Em questões realmente importantes, quando existe uma resistência à obediência, necessitamos aplicar a disciplina com firmeza. Uma disciplina firme diz a uma criança que ela deve parar com tal comportamento e obedecer suas ordens imediatamente. Por exemplo: “Vá para o seu quarto agora”, ou “Pare! Os brinquedos não são para atirar”. Os limites firmes são melhor aplicados com uma voz segura, sem gritos, e um sério olhar no rosto.
Os limites mais suaves supõem que a criança tem opção de obedecer ou não. Exemplos de limites leves: “Por que não leva seus brinquedos para fora daqui?”; “Você deve fazer as tarefas da escola agora”; " Venha pra casa agora, está bem?” e “Eu realmente gostaria que se limpasse”. Esses limites são apropriados para momentos quando se deseja que a criança aja num certo caminho. De qualquer modo, para essas poucas obrigações, “deve estar feito”, você será melhor cúmplice do seu filho se lhe aplica uma ordem firme. A firmeza está entre o suave e o autoritário.
Os meninos são mais receptivas em fazer o que lhes ordenam. Ordens como “não”, ou “pare” dizem a uma criança o que é inaceitável, mas não explica que comportamento realmente gostaria. Em geral, é melhor dizer a uma criança o que deve fazer (“Fale baixo”) antes do que não deve fazer (“Não grite”). Pais autoritários dão mais ordens “não”, enquanto os demais estão propensos a dar a ordem de “fazer”.
Quando dizemos “quero que vá pra cama agora mesmo”, estamos criando uma luta de poder pessoal com nossos filhos. Uma boa estratégia é fazer constar a regra de uma forma impessoal. Por exemplo: “São 8 horas, hora de se deitar” e lhes ensine as horas. Neste caso, alguns conflitos e sentimentos estarão entre a criança e o relógio.
Explique o porquê aos filhos
Quando uma pessoa entende o motivo de uma regra, como uma forma de prevenir situações perigosas para si mesmas e para outros, se sentirá mais animada a obedecê-la. Deste modo, quando se aplica um limite, deve-se explicar à criança o porque tem que obedecer. Entendendo a razão para a ordem, ajuda as crianças a desenvolverem valores internos de conduta ou comportamento – uma consciência. Antes de dar uma longa explicação que pode distrair as crianças, manifeste a razão em poucas palavras. Por exemplo: “Não morda as pessoas. Isso vai machucá-las”; “Se você joga fora os brinquedos das outras crianças, elas se sentirão tristes porque elas ainda vão querer brincar com eles”.
Seja positivo com o seu filhos
Sempre que aplicar um limite ao comportamento de uma criança, tente indicar uma alternativa aceitável. Por fazê-lo, soará menos negativo e seu filho se sentirá menos em desvantagem. Deste modo, empenhe-se em dizer: “Não sei se você gostaria do meu batom, mas isso é para os lábios e não para brincar. Aqui você tem um lápis e um papel em troca”. Outro exemplo seria dizer: “Não posso te dar um caramelo antes da janta, mas posso te dar um sorvete de chocolate depois”. Oferecendo-lhe alternativas, a estará ensinando que seus sentimentos e desejos são aceitáveis. Este é um caminho de expressão mais correto.
Seja flexível com o seu filho
Uma regra concreta de limite é evitar uma ordem repetitiva. Uma rotina flexível (dormir às 8 da noite, às 8 e meia na próxima, e às 9 na outra noite) é um convite à resistência e se torna impossível se cumprir. Rotinas e regras importantes na família deveriam ser efetivas dia após dia, ainda que esteja cansado ou indisposto. Se você dá ao seu filho a oportunidade de contornar as suas regras, eles seguramente tentarão resistir.
Desaprove a conduta, não a criança
É necessário que deixemos claro para nossos filhos que nossa desaprovação está relacionada ao seu comportamento e não diretamente a eles. Não os estamos rejeitando. Longe de dizer “Criança má” (desaprovação da criança). Deveríamos dizer: “Não morda” (desaprovação da conduta). Em lugar de dizer “realmente não posso te controlar quando você age dessa maneira”, deveríamos dizer: “Essas latas não são para jogar fora. Devem permanecer na prateleira do armário”.
Controle as emoções
Os especialistas dizem que quando os pais estão muito irritados, castigam mais severamente e são mais propensos a ser verbamente e/ou físicamente abusivos com seus filhos. Existem fases que necessitamos agir com mais calma e contar até dez antes de agir. A disciplina é basicamente ensinar a criança como deve se comportar. Não se pode ensinar com eficiência se você é extremamente emocional. Diante de um mal comportamento, o melhor é respirar por um minuto e depois perguntar com calma: “o que aconteceu aqui?”. Todas as crianças necessitam que seus pais estabeleçam regras de conduta para o comportamento aceitável. Quanto mais mestres em aplicarmos os limites, maior será a cooperação que receberemos dos nossos filhos e menor será a necessidade de aplicar as disciplinas desagradáveis para que se cumpram. O resultado é uma atmosfera caseira mais agradável para os pais e filhos.
(Autor: Charles E. Schaefer, Ph.D., é um professor de psicologia e diretor do Centro de Servicios Psicológicos na Universidad de Fairleigh Dickinson. É autor de mas de 40 livros, incluindo "Teach your child to behave disciplining with love from 2 to 8 years". – “Ensine sua criança a se comportar, disciplinando-a com amor dos 2 aos 8 anos”).
Fonte: Aqui
quarta-feira, 27 de maio de 2015
sexta-feira, 27 de junho de 2014
8 qualidades que somente uma mãe pode despertar em um filho homem
Criar um filho exige mais do que dar de comer, passar algum tempo brincando e incentivá-lo nos estudos. Há muito mais que precisamos ensiná-los, principalmente aos filhos homens, para que se tornem homens de valor e sejam homens com H maiúsculo.
Anotem as dicas.
1. Desenvolvendo o raciocínio
Para tirar o máximo proveito da relação mãe-filho e ensiná-lo a desenvolver seu raciocínio, nada melhor que estabelecer uma rotina saudável de atividades pedagógicas e construtivas. Jogos como charadas, tabuleiro, artes, esportes, cozinhar, procurar por bichinhos e insetos, caça ao tesouro, coleções de pedras ajudam e muito na conexão mãe e filho.
2. Ensinando socialização
Hoje em dia temos professoras nas escolas primárias, em sua grande maioria mulheres, mas as mães são a principal fonte de aprendizado dos garotos a se socializarem, a construir e manter amizades.
3. Estabelecendo limites
Uma análise de mais de 60 estudos com aproximadamente 6.000 crianças, concluiu que garotos que possuem uma relação insegura com suas mães apresentaram mau comportamento nos primeiros anos da escola. Garotos precisam ver a força e firmeza das mães enquanto estão sendo disciplinados. Isso não significa espancamento ou crueldade, mas amor e firmeza, lealdade e força nas palavras e ações, bem como exigindo o respeito como parte do aprendizado.
Um garoto precisa que sua mãe o ensine como controlar seus impulsos, com diferentes estratégias que servirão para toda sua vida.
5. Reconhecendo suas qualidades
Todo garoto precisa de uma mãe como a mãe de Albert Einstein. Uma professora disse a Pauline Einstein que seu filho era devagar, antissocial e que vivia no mundo da lua, ou seja, infelizmente não reconhecia os talentos de Albert. Sua mãe conhecia seus atributos e qualidades especiais e foi atrás de alguém que a entendesse.
6. Ensinando a ter visão
Muitos meninos tendem a viver o momento e possuem dificuldade em imaginar o futuro. Jogos como xadrez e outros de estratégia, bem como planejamento para faculdade ajudam os garotos a pensarem adiante, a verem a grande figura, ao invés de detalhes não importantes.
As mães precisam ensinar os garotos a ter iniciativa, ser responsável pelas ações, mesmo em casa, desde pequeninos, para resolver situações simples e complexas; e manter a palavra e entender o princípio da honra.
8. Aproveitando a vida de menino
Mães, deixem que seus guris aproveitem e tenham aventuras, se sujem e façam muito esporte. Que participem de times, que subam em árvores, que façam o que gostam e sejam quem são.
Não há dúvidas que ambos os pais devem se dedicar a educar um filho da melhor forma, e que a responsabilidade não é apenas da mãe. Mas notem que cada um ensina certas qualidades à criança, estas são melhores ensinadas por uma mãe amorosa.
Mães que respeitam a energia de seus filhos, criatividade, cabeça fresca, sensibilidade, jeito próprio de aprender, necessidade de movimento, personalidade aventureira, estarão ensinando-os a apreciar a si mesmos e sua masculinidade. Aproveite seu companheiro.
Agora, você deve estar se perguntando: Mas essas dicas não servem apenas para filhos homens! Com certeza, filhas também precisam aprender a ter e agir desta forma. Este artigo não diz em momento algum que SOMENTE filhos homens devem aprender tudo isso, mas que as mães são as melhores pessoas para ensinar estas qualidades a eles.
Justamente por ser mulher, uma MÃE tem o conhecimento da necessidade dessas qualidades e pode mudar o mundo ensinando isso aos homens desde cedo, melhor do que um pai, pois ela SABE por ela mesma o quanto essas qualidades são importantes na vida, para a criação de uma família, e na formação de homens que realmente respeitem as mulheres.
Fonte: Familia
terça-feira, 27 de maio de 2014
Filhos que não obedecem
IDENTIFIQUE A DESOBEDIÊNCIA
Muitos pais chegam a ficar em dúvida se
seus filhos estão praticando a independência ou se são mesmos desobedientes.
Para ajudá-los a identificar o que é desobediência fique alerta quando:
- Seu filho finge distração quando você
pede que ele faça algo
- Se recusa a ir para cama na hora
determinada
- Tenta a todo custo ter privilégios
sobre seus irmãos
- Não atende simplesmente a seus pedidos,
mas tem sempre uma resposta que justifica seus atos
- Não cumpre horários de estudo.
- Não acata obrigações como por exemplo
guardar seus objetos.
- Se opõe a assumir compromissos.
- Se nega a cumprir o tempo que você
solicitou para execução de uma tarefa.
- Não atende quando você solicita que
interrompa uma atividade.
- Não reconhece que há normas e regras a
serem cumpridas.
- Deliberadamente realiza as atividades
que foram proibidas.
Mais sutil ainda de identificar o filho
desobediente quando:
- Realiza as atividades exigidas com má
vontade e até destruindo objetos.
- Cumpre as solicitações pela metade
acreditando que tem argumentos que comprovem a realização total da tarefa.
- Atende as solicitações mas sempre com
argumentos e reclamações.
- Na hora em é solicitado a fazer algo
demonstra lindo sorriso e promete fazer, mas nunca realiza.
- Argumenta e lhe dá tarefas para que
você também o obedeça.
- Faz chantagens e só realiza suas
tarefas se conseguir algo em troca.
TODA CRIANÇA NASCE
DESOBEDIENTE
Não existe criança que ao nascer já sabe
que deve seguir suas orientações por você ser muito mais experiente. Nenhuma
criança nasce com consciência de que se você o proíbe de colocar o dedo na
tomada o faz para seu bem e não para impedi-lo de se divertir.
Na realidade há muitos pais que se sentem
péssimos quando percebem que precisam impor limites, parece que se sentem
frustrados por seus filhos não nascerem com as devidas normas em suas mentes.
Ou talvez tragam frustrações de suas próprias infâncias quando não receberam a
devida dose de acolhimento mas muitas broncas mal dadas e desproporcionais que
não educaram mas traumatizaram.
Vamos entender que há crianças mais
ativas que outras, mas não significa que toda criança que fica quietinha num
cantinho o dia todo seja o ideal de comportamento, pois esta criança pode estar
perdendo oportunidade de receber orientações necessárias para o convívio de
forma geral.
VOCÊ PODE ESTAR
ENSINANDO SEU FILHO A SER DESOBEDIENTE SEM PERCEBER
Muitos filhos são incontroláveis mas seus
pais não percebem que seja possível que eles mesmos o colocaram neste caminho.
E você faz isso quando:
- Dá um castigo e depois o tira sem que
ele o cumpra.
- Solicita uma tarefa mas volta atrás sem
que ele a realize.
- Não lhe dá responsabilidades.
- Permite que não estude ou faça as
tarefas de casa.
Não digo que você seja um péssimo pai,
com certeza se você faz algo assim é com a melhor das intenções ou talvez por
medo de oprimir demais seus filhos.
VOCÊ DEVE APRENDER
ANTES DE ENSINAR
Um dos primeiros aprendizados é não
tentar oferecer tudo o que você sentiu falta nas orientações recebidas de seus
pais. Não compense em seus filhos.
Também deve entender que limitar
comportamentos significa preparar seu filho para a vida e torna-lo apto e
resistente a todo convívio social dai em diante.
Não confie somente em seus instintos,
muito do bom senso deve ser usado mas considere que as modernas técnicas de
educação são baseadas em estudos sérios e você não fará seu filho infeliz ao
aprender a ser rigoroso quando deve e caloroso quando ele merece.
ENSINAR REGRAS É
NECESSÁRIO PARA UMA CRIAR UM FILHO EMOCIONALMENTE EQUILIBRADO
Regras bem estabelecidas, onde a criança
entende o porque de fazer suas tarefas e porque está de castigo são
fundamentais para que ela perceba que vive num mundo de consequências.
Ela
perceberá que pode adquirir coisas maravilhosas da vida ao entender que
todas as pessoas merecem respeito e cuidados. Se ela foi respeitada e
cuidada com certeza recebeu toda dose de segurança que precisará para o resto
da vida.
Fonte: Clínica de psicologia
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Seis princípios para limites e regras com as crianças
Um assunto que frequentemente
angustia pais e mães é como colocar limites de um jeito eficaz. Mesmo os pais
mais seguros e experientes se sentem desafiados por essa tarefa em algum
momento.
São muitas as dificuldades
encontradas: há quem se sinta perdido quando o filho faz birras em público;
quem sinta culpa em dizer “não”, ou não saiba como fazê-lo; há o medo de perder
o amor de seus filhos ou se distanciar deles quando coloca limites ou se
necessita dar um castigo; muitas vezes é complicado conseguir que todos os
adultos envolvidos (pai, mãe, avós, babás) coloquem os mesmos limites, de forma
coerente; ou ainda, se escuta opiniões e palpites conflitantes de outras
pessoas da família; sem esquecer as críticas – feitas pela família ou até por
estranhos na rua – quando se tenta colocar limites; e ainda, como pode ser
frustrante ter que repetir para seu filho a mesma coisa todos os dias.
Porém, é crucial a importância
dos limites para a segurança da criança, seja no sentido de desenvolver nela o
sentimento de segurança (saber que é amada e que você se importa com ela), seja
para a própria proteção e segurança física (evitar acidentes, por exemplo).
Os limites também são essenciais
para que a criança aprenda a distinguir o certo e o errado, o que é aceitável
ou não, e ainda para aprender a lidar mais tranquilamente com suas frustrações
e a conviver harmoniosamente em sociedade. Portanto , os limites auxiliam a
criança a ir mais além, desenvolvendo capacidades que serão úteis para o resto
da vida. Sem dúvida, vale à pena o esforço parental.
A educação dos filhos é um
processo não-linear, ou seja, às vezes tem-se a impressão de dar voltas e
experimentar retrocessos; na verdade, esse processo é natural, até que as
conquistas estejam consolidadas. Estabelecer limites não é uma tarefa que se
faça uma vez só, mas algo que deve ser continuamente repetido e reforçado para
que sejam internalizados.
Por mais desafiador que seja, e
mesmo que cada família encontre um jeito próprio de estabelecer e reforçar os
limites, há alguns princípios a se ter em mente. Eles vão
ajudá-lo a tornar essa tarefa mais simples:
1. Combine as regras e condutas com os
outros adultos
Para os adultos, é indispensável
ter clareza sobre quais são as regras importantes. Essa decisão passa por uma
reflexão sobre os valores pessoais e familiares. Algumas regras são importantes
para a sociedade como um todo, já outras são mais importantes para algumas
famílias do que para outras.
2. Explique as regras e limites para as
crianças
Explique por que cada limite dado
é importante, numa linguagem acessível, sempre enfatizando em que aquele limite
beneficia a criança, mesmo que a princípio isso pareça óbvio para você. Por
exemplo, não diga à criança que não pode brincar com um objeto de vidro “para
não quebrar”, explique também que se o vidro quebrar vai machucá-la e vai doer.
Às vezes a criança não consegue fazer essa inferência sozinha. Aos poucos ela
entenderá que regras e limites existem a seu favor.
Vá além de apenas impor, e sempre
que possível combine as regras com as crianças. Nos combinados, deixe claro o
que espera delas, e quais as consequências para a desobediência.
Lembre-se que alguns limites
variam com a idade (e portanto alguns combinados precisam ser revistos de
tempos em tempos) enquanto outros são fixos e não negociáveis.
3. Estabeleça limites com firmeza e
carinho, ao mesmo tempo
Assim a criança vai aos poucos entendendo
que os “nãos” que recebe de você são atos de amor e de cuidado com ela, e não
você impondo suas vontades de maneira arbitrária.
Tente sempre manter a calma e não
alterar a voz. Não faça ameaças do tipo “Assim não vou mais gostar de você”. Os
limites são para o bem dela, e não para agradar outra pessoa.
4. Torne a informação compreensível: seja
específico
Dê alternativas para um
comportamento. Dizer somente “não deixe seus brinquedos espalhados” é diferente
de dizer onde deve guardá-los. Dizer que deve “tratar os outros bem” é uma
afirmação vaga, que não especifica o que é esperado. Novamente, o que parece
óbvio para você pode não ser para o seu filho.
5. Seja coerente e não confunda seu filho
Dê o exemplo. Não adianta cobrar
do seu filho aquilo que você não faz. Seus exemplos vão falar mais alto que
suas palavras.
Também não adianta cobrar o
cumprimento das regras apenas de vez em quando. Nesse caso,
as regras serão percebidas como imposições suas que variam com seu estado de
humor.
Reforçando: os responsáveis pela
criança precisam estar em sintonia, combinando para agirem de forma coerente na
hora de impor limites e de fazer com que sejam cumpridos. Quando cada adulto
faz de um jeito diferente a criança fica confusa, sem saber quais regras são
importantes, por que devem ser seguidas ou mesmo se devem ser seguidas.
6. Seja justo
Estabeleça regras que a criança é
capaz de cumprir. O mesmo vale para eventuais castigos. Prometa o que é capaz
de cumprir.
Não castigue um desconhecimento
de uma regra. Explique para a criança o que espera dela e as consequências para
uma desobediência futura.
Ainda sobre os castigos, quando
necessários, que eles sejam imediatos. Não adianta suspender o passeio do
próximo fim de semana, pois a criança (e às vezes você) nem sequer lembrará do
motivo do castigo. Também não precisam ser excessivamente longos: o objetivo é
que a criança reflita sobre suas ações e seja cada vez mais capaz de
controlá-las.
Paciência, amor e perseverança. Quando ficar difícil, lembre-se
que você está ajudando seu filho a lidar com frustrações, exercer o
autocontrole e conviver bem com os outros, coisas que só têm a contribuir para
a qualidade de vida.
Fonte: Luciana Hodges
terça-feira, 7 de maio de 2013
A Criança e a Motivação
A Criança e a Motivação
"Para compreender a vida não se requer uma certa quantidade de energia, mas de toda disponível..."
Autor: Jon Talber[1]
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"Lembre-se sempre, o resultado das ações do potencial adulto que está naquela criança, depende da qualidade da instrução que ora recebe"
| Quando se ensina alguma coisa, o que seja, ensina-se também a colher com sabedoria os resultados, e também a se preparar para os contratempos. Ambos fazem parte do aprendizado, e não apenas a maneira de se fazer a coisa. Uma criança ainda requer de muita experimentação antes de ser capaz de compreender cada coisa, por isso, a expectativa de resultados insatisfatórios, ou parciais, assim como a perspectiva de resultados positivos em qualquer empreendimento, deve fazer parte de sua instrução preliminar. Não existe ilustração melhor do que ensinar a fazer. Nada supera a confecção de uma obra pelo seu próprio autor. Assim, mostrar como fazer, vale mais que dizer que pode ser feito. Ainda assim, tudo começa com a demonstração de que aquilo pode ser realizado, desde que se possua a devida habilidade, ou instrução. | |||||||||||||
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"Uma criança motivada é naturalmente disciplinada"
| Recompensas, elogios fáceis, promessas de sucesso, práticas comuns usadas para motivar ou incentivar as crianças a realizarem suas tarefas, obrigações, ou mesmo cuidados pessoais, devem ser evitadas à todo custo. Deverá o educador, substituir tudo isso, pelo simples reconhecimento de um trabalho bem feito, ou interesse sincero pelo andamento de uma tarefa ainda pendente. Deve estar disposto a ouvir as explicações das mesmas, de como realizaram aquele trabalho, e mesmo, contribuir pessoalmente, com sugestões individuais ou coletivas. | |||||||||||||
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Fonte: Site de dica | |||
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