Mostrando postagens com marcador Livro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Livro. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 3 de maio de 2016
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Fenelivro
Está
acontecendo em nossa nossa cidade a FENELIVRO, uma feira de livros.
E
como Pedrinho curti livros, não podíamos deixar de ir.
Passeamos
pelos corredores, olhamos os livros nos stands e chegamos a comprar alguns
infantis para filho. Aliás, comprei os que ele escolheu.
Depois,
nós o deixamos num espaço infantil com duas recreadores e ele aproveitou
bastante.
Valeu!
E
como Pedrinho curti livros, não podíamos deixar de ir.
Passeamos
pelos corredores, olhamos os livros nos stands e chegamos a comprar alguns
infantis para filho. Aliás, comprei os que ele escolheu.
Depois,
nós o deixamos num espaço infantil com duas recreadores e ele aproveitou
bastante.
Valeu!
Comprei alguns livros para Pedrinho. Foram estes:
Comprei também 2 gibis e um livro com conteúdo do evangelho na versão da Turma da Mônica:
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
A mini biblioteca de Pedrinho
Pedrinho tem alguns livros infantis e ele gosta muito de ver, folhear e ouvir as estórias contadas por mim.
Sempre leio para ele, buscando incentivá-lo para a leitura.
Eis os livros que ele tem:
Sempre leio para ele, buscando incentivá-lo para a leitura.
Eis os livros que ele tem:
No livro "Peixinho azul tem vários contos e o preferido dele é: O sapinho Quá Quá
Estes são livros espíritas infantis
Folina na floresta é um livro que vem com domino, como ilustra a foto
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Leitura deve fazer parte da rotina de estudo da criança
Escolha do livro conforme a faixa etária, idas às bibliotecas e
contações de histórias ajudam no hábito de ler
Neste retorno às aulas, novas promessas surgem: filhos dizem que vão estudar mais e pais se comprometem com rigor na educação. Parte fundamental do aprendizado, a leitura merece atenção especial tanto de familiares como de educadores. Mas como inserir a literatura infantil na rotina escolar com dezenas de matérias e deveres de casa? Para a formação de novos leitores, a escolha do livro certo - de acordo com a faixa etária e a fase do desenvolvimento - pode tornar o processo mais fácil, diz a professora de literatura infanto-juvenil da Universidade Estadual do Ceará (Uece), Edna Holanda.
Para ela, orientações pedagógicas, idas às bibliotecas, livrarias e participação de grupos de contação de histórias são ações bem-vindas neste primeiro "namoro" com a leitura, já a partir dos primeiros anos de vida, antes mesmo de a alfabetização formal na escola.
"A escolha do livro precisa ser feita com muito cuidado. A criança deve manuseá-lo, explorar as gravuras coloridas, as repetições feitas por uma voz familiar, num clima que contemple o lúdico e torne o momento das primeiras leituras algo inigualável. Tudo tem um começo, mas ler e escrever são as tarefas mais difíceis de serem cumpridas em tempo hábil pela criança", frisa a professora da Uece.O processo da leitura, observa, deve pertencer originalmente à família, a escola vem como consequência desses hábitos já adquiridos para organizar e efetivar essa aprendizagem.
Aprendizado
Fã de contos de fadas, a estudante Emilly Sales Araújo, seis anos, ainda não sabe interpretar textos, mas já consegue "ler" seu mundo nas páginas dos livros, tudo parte do seu imaginário cor-de-rosa. "Eu fico olhando para as letras, juntando elas e no final faço na minha cabeça toda a história", comenta a garota ansiosa para começar a ler formalmente.
Apesar de várias dicas de como estimular a leitura nas crianças, para o ator e contador de histórias, Raimundo Moreira, tudo pode começar de modo muito natural, sem local nem fase indicada. "Todo momento é educativo para uma criança. Até num banco de uma praça lendo um folheto os pais podem despertar essa vontade nos filhos. Entretanto, a melhor fase de estímulo é até os sete anos", ressalta. Moreira coordena o projeto da Caravana da Leitura e do Autor Cearense que acontece toda última sexta-feira de cada mês, até junho de 2011.
DESENVOLVIMENTO
Um livro certo para cada fase
Para pais e mães cheios de dúvidas de como fazer o estímulo certo, a diretora da Biblioteca Pública Menezes Pimentel, Enide Vidal, afirma que o processo tem que ser dirigido e de acordo com a fase de desenvolvimento de cada criança. Segundo ela, entre um e dois anos, o "leitor mirim" prende-se mais ao movimento, ao tom de voz. Por isso, as histórias devem ser curtas. "O ideal seria inventá-las na hora mesmo. Os livros de pano e plástico prendem a atenção. Devem ter, somente, uma gravura em cada página", detalha.
Já com dois e três anos, as histórias devem ter poucos personagens, aproximando-se, ao máximo das vivências do pequeno. "Gravuras grandes e com poucos detalhes. Música também exerce um grande fascínio", diz Enide Vidal. Dos três a seis anos, os livros mais adequados podem ter dobraduras simples, por exemplo.
A Biblioteca Menezes Pimentel tem no seu acervo infantil mais de três mil livros disponíveis para os pequenos iniciarem suas leituras. Entre as demais dicas dadas por educadores estão: explorar os acervos de públicos e de livrarias, dar liberdade de escolha, reconhecer os autores que agradam a criança e sugerir livros lidos por outras gerações. "Para a literatura virar um hábito há que se ter boa estrutura de biblioteca e obras mais baratas. Tudo começa como se fosse um namoro, depois vira um casamento para o resto da vida", frisa a diretora.
IVNA GIRÃO
REPÓRTER
Neste retorno às aulas, novas promessas surgem: filhos dizem que vão estudar mais e pais se comprometem com rigor na educação. Parte fundamental do aprendizado, a leitura merece atenção especial tanto de familiares como de educadores. Mas como inserir a literatura infantil na rotina escolar com dezenas de matérias e deveres de casa? Para a formação de novos leitores, a escolha do livro certo - de acordo com a faixa etária e a fase do desenvolvimento - pode tornar o processo mais fácil, diz a professora de literatura infanto-juvenil da Universidade Estadual do Ceará (Uece), Edna Holanda.
Para ela, orientações pedagógicas, idas às bibliotecas, livrarias e participação de grupos de contação de histórias são ações bem-vindas neste primeiro "namoro" com a leitura, já a partir dos primeiros anos de vida, antes mesmo de a alfabetização formal na escola.
"A escolha do livro precisa ser feita com muito cuidado. A criança deve manuseá-lo, explorar as gravuras coloridas, as repetições feitas por uma voz familiar, num clima que contemple o lúdico e torne o momento das primeiras leituras algo inigualável. Tudo tem um começo, mas ler e escrever são as tarefas mais difíceis de serem cumpridas em tempo hábil pela criança", frisa a professora da Uece.O processo da leitura, observa, deve pertencer originalmente à família, a escola vem como consequência desses hábitos já adquiridos para organizar e efetivar essa aprendizagem.
Aprendizado
Fã de contos de fadas, a estudante Emilly Sales Araújo, seis anos, ainda não sabe interpretar textos, mas já consegue "ler" seu mundo nas páginas dos livros, tudo parte do seu imaginário cor-de-rosa. "Eu fico olhando para as letras, juntando elas e no final faço na minha cabeça toda a história", comenta a garota ansiosa para começar a ler formalmente.
Apesar de várias dicas de como estimular a leitura nas crianças, para o ator e contador de histórias, Raimundo Moreira, tudo pode começar de modo muito natural, sem local nem fase indicada. "Todo momento é educativo para uma criança. Até num banco de uma praça lendo um folheto os pais podem despertar essa vontade nos filhos. Entretanto, a melhor fase de estímulo é até os sete anos", ressalta. Moreira coordena o projeto da Caravana da Leitura e do Autor Cearense que acontece toda última sexta-feira de cada mês, até junho de 2011.
DESENVOLVIMENTO
Um livro certo para cada fase
Para pais e mães cheios de dúvidas de como fazer o estímulo certo, a diretora da Biblioteca Pública Menezes Pimentel, Enide Vidal, afirma que o processo tem que ser dirigido e de acordo com a fase de desenvolvimento de cada criança. Segundo ela, entre um e dois anos, o "leitor mirim" prende-se mais ao movimento, ao tom de voz. Por isso, as histórias devem ser curtas. "O ideal seria inventá-las na hora mesmo. Os livros de pano e plástico prendem a atenção. Devem ter, somente, uma gravura em cada página", detalha.
Já com dois e três anos, as histórias devem ter poucos personagens, aproximando-se, ao máximo das vivências do pequeno. "Gravuras grandes e com poucos detalhes. Música também exerce um grande fascínio", diz Enide Vidal. Dos três a seis anos, os livros mais adequados podem ter dobraduras simples, por exemplo.
A Biblioteca Menezes Pimentel tem no seu acervo infantil mais de três mil livros disponíveis para os pequenos iniciarem suas leituras. Entre as demais dicas dadas por educadores estão: explorar os acervos de públicos e de livrarias, dar liberdade de escolha, reconhecer os autores que agradam a criança e sugerir livros lidos por outras gerações. "Para a literatura virar um hábito há que se ter boa estrutura de biblioteca e obras mais baratas. Tudo começa como se fosse um namoro, depois vira um casamento para o resto da vida", frisa a diretora.
IVNA GIRÃO
REPÓRTER
Fonte: Diario do Nordeste
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Leitura vem do berço
Especialistas defendem que pais leiam para filhos a partir dos 6 meses, porque melhora a cognição e o desempenho escolar
A recomendação dos super-especialistas é incluir, em meio à troca de fraldas, a mamadeiras, passeios e choros, o folhear diário das páginas de um livro apropriado para aquela faixa etária, cheio de cores e figuras (hoje não faltam opções nas prateleiras). Para eles, esta é a melhor forma de desenvolver a inteligência da criança e a sua linguagem oral e escrita, preparando-a para a alfabetização e aprimorando sua capacidade de aprender.
Que fique claro: a ideia não é transformar o bebê num minigênio. Os especialistas, que apresentaram pesquisas científicas na Bienal de São Paulo na semana passada provando como a leitura interfere no desenvolvimento cognitivo da criança, querem prazer e interação ao som da narrativa dos pais.
Os benefícios desse ritual são insubstituíveis. Não adianta só conversar com a criança ou passear descrevendo as paisagens nem inventar aventuras. Tem que ler, mostrar formas e cores e fazer perguntas ao bebê o tempo todo, estimulando sua participação.
Dickinson e Perri vieram para cá a convite da ONG Instituto Alfa e Beto (IAB), em São Paulo, e abraçaram a iniciativa da criação de uma biblioteca para bebês e o lançamento de uma cartilha com dicas das técnicas de leitura mais adequadas para cada fase. O objetivo é tornar os livros mais acessíveis também às classes sociais mais baixas, porque Oliveira acredita que o ciclo vicioso da pobreza também passa pelo ciclo vicioso da transmissão da linguagem.
O IAB também criou um catálogo com 600 títulos (sim, 600!, uma média de dois por semana, dos 6 meses aos 6 anos, cerca de 100 por cada faixa etária) para serem lidos antes do ingresso ao ensino fundamental. O objetivo não é listar os melhores livros, mas, sim, dar uma ideia para os pais dos tipos de publicação adequados para a idade de seus filhos.
- O texto escrito possui uma variedade de vocabulário e uma complexidade sintática que não é encontrada na linguagem oral, nem mesmo na fala informal de adultos com curso superior - explica o fundador do IAB, João Batista Oliveira, psicólogo com PhD em Educação. - Todos os estudos mostram que expor a criança desde cedo aos livros contribui para o desenvolvimento da linguagem e, consequentemente, para o seu sucesso escolar. A formação do hábito de leitura também é importante para que a criança se torne um ávido leitor, outro fator fortemente associado ao sucesso escolar.
Mas, para tranquilizar quem perdeu o primeiro bonde, Oliveira garante que nunca é tarde para começar. Só ressalta que, quanto antes o hábito fizer parte do dia a dia da criança, melhor:
- Além de desenvolver diversas competências ligadas à alfabetização e à linguagem, a leitura também fortalece o vínculo das crianças com os pais: eles gostam de ler com os pais porque gostam dos pais. Mas a leitura deve ser participativa. Um dos aspectos mais importantes é envolver a criança, desde cedo, no processo de escolha de livros. Pergunte sempre qual a criança prefere, deixe que ela manifeste seus interesses ou crie novos. A escolha leva ao compromisso - garante o fundador do IAB.
Pelas pesquisas americanas apresentadas, das 12.500 crianças que fizeram teste de vocabulário aos 5 anos, as de famílias mais pobres tinham quase um ano de atraso; as que já tinham hábito da leitura em família aos 3 anos aumentaram o vocabulário em pelo menos 2 meses; e visitas mensais à biblioteca aumentaram o vocabulário de todas elas em 2,5 meses. Essa riqueza no repertório vai se refletir no desempenho escolar e no comportamento social. "Crianças que se atrasam nas séries iniciais correm o risco de permanecerem atrasadas ao longo do processo escolar", definiu Perri em sua apresentação. Além disso, para a pediatra, "ler para os filhos desde cedo ajuda a criança a ver os livros como fonte de prazer e de informação".
O neurofisiologista Mario Fiorani, do laboratório de Fisiologia da Cognição do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho da UFRJ, com pós-doutorado no National Institutes of Mental Health do National Institutes of Health, nos EUA, não é, de forma alguma, contra o incentivo à leitura. Mas acredita que não é só a educação formal que molda as pessoas.
- Só as habilidades linguísticas não bastam, mas a leitura pode ampliar horizontes de forma inimaginável. Isso depende, porém, de senso crítico, que pode ser inato (natural do indivíduo) ou aprendido informalmente no convívio familiar. Caso contrário, a leitura pode produzir um leitor 'compulsivo', sem grandes ganhos.
Sobre o desenvolvimento da cognição, Fiorani diz que a leitura amplia o horizonte no campo da linguagem:
- Mas os aspectos cognitivos dependem de muitos outros fatores, tanto inatos quanto adquiridos. A leitura é um bom estímulo cognitivo para melhorar o conhecimento do mundo que nos cerca. Estimula a imaginação e o leitor pode parar para pensar no que está lendo quando quiser, o que permite uma melhor elaboração do conteúdo. Mas as pessoas podem desenvolver o hábito de leitura e aprimorá-lo em qualquer idade. O estímulo precoce só vai tornar tudo mais fácil. A leitura não é um fim mas, sim, um meio. O conhecimento é uma meta.
Fonte: O Globo
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Primeiro livro: O início para formar o pequeno leitor
Depois vieram outros livros e ele adora, tanto manusear os livros quanto escutar estórias infantis.
Procuro contar estórias para ele usando fantoches e personagens de feltro. A preferida dele é “Os três porquinhos” pois eu tenho os personagens em EVA e “Fortunata” (uma girafa que fez sua festa de aniversário convidando os seus amigos na floresta.
O livro “Fortunata, a girafa” é um livro que todas as páginas são como papelão de caixa, bem duro para não rasgar fácil. E a própria girafa quando você aperta, escuta o som de um apito. É muito legal!
Desta mesma coleção, ele tem a da zebra e do carro.
Quando Tio Marcos e tia Ana foram para a França trouxeram para ele um livro de pano, lindo! Um sapo que também tem onde apertar e tem som de apito. Pena que a estória esta escrita em francês. Embora, que pego o livro e conto para ele inventando a estória.

Pretendo formá-lo em leitor e já comecei este trabalho. A escola também ajuda, pois tem sempre contos na programação deles. Sempre que posso levo Pedrinho para a contação de estórias que acontece na Livraria Jaqueira aos sábados pela manhã.
Assinar:
Postagens (Atom)





















.jpg)






