sábado, 3 de dezembro de 2011

Banho de sol, sombra e água fresca!

Pela primeira vez fomos a um clube de campo SHOW DE BOLA COUNTRY e passamos o dia inteiro lá.

Chegamos às 8h e saímos quase às 17 h. Pedrinho curtiu muito a piscina, brincou no parquinho, viu o macaco e as tartarugas que estavam dentro da gaiola, bricou de "toto" e de sinuca com o papai e a mamae dele, de uma maneira bem infantil.

Comeu churrasco e chegou em casa exausto de tanto que brincou e aproveito o evento. Foi muito bom! Adoramos o nosso sábado!







quarta-feira, 30 de novembro de 2011

A procura de Papai Noel

A magia de Papai Noel está sendo passada para Pedrinho e eu, como mãe, não abro mão desta fantasia que toda criança tem de que existe Papai Noel. Logo, meu filho está desesperado para encontrar Papai Noel e fazer o seu pedido de presente.

Eu me falou que ia pedir: trem, autorama, trator escavadeira, computador (brinquedo), caminhão betoneira, carro de controle remoto. E por enquanto é só. Risos.

Ele sempre me fala: - "Mamãe, vamos procurar Papai Noel?!

Logo, no dia 20/11 fomos ao Shopping Tacaruna atrás de Papai Noel, mas no mês de novembro ele só está a apartir das 14h e como era no turno da manhã, não o vimos.

Mesmo assim, tiramos algumas fotos no lugar que ele senta para ouvir o desejo dos brinquedos pelas crianças. Pedrinho bincou num brinquedo que escorra sentando numa espécie de prancha e quem puxou foi papai.





No dia anterior, montamos a árvore de natal daqui de casa. Meu filhão estava muito ansioso por este momento e fizemos juntos. Ele gostou bastante e no final bateu plamas para a nossa árvore de natal.


Então, no domingo passado (27/11) fomos ao Shopping Plaza para falar com o bom velhinho.

Chegando no shopping, o Papai Noel tinha tirado intervalo de 1 hora e 15 minutos para o lanche e quando voltou, Pedrinho sentou no colo dele e ele pediu um trator escavadeira. 

Neste mesmo dia, resolvemos comprar um brinquedo para ele que julgamos muito legal para aos ideais dele, pois Pedrinho vive dizendo que vai construir prédios.

Portanto, como ele adora tratores e caminhões de construção e nós havíamos assistido a peça infantil: "MInha cidade" que narra a estoria de duas crianças que querem construir uma cidade ... optamos pelo presente: Brincando de engenheiro.

Meu bebe cresceu!


Pedrinho já está com 3 anos e 3 meses, já não usa mais fralda e nem chupa chupeta (ainda faz uso do “gagau” de madrugada). 

Ele está tendo um bom desenvolvimento físico, peso e altura de acordo com o esperado e eu percebo que ele também é uma criança saudável mentalmente, espiritualmente e emocionalmente. 

É feliz, ativo, esperto, digamos... 3 anos bem vividos dentro de todas as oportunidades que lhe são oferecidas.

Porém como Pedrinho cresce a cada dia, eu já sinto saudades de quando ele era bebe.

Antes eu escolhia e fazia tudo para ele. Hoje ele já quer fazer tudo só: se vestir só, comer sozinho (isto ele já consegue). 

Tens coisas que eu deixo, pois faz parte do aprendizado e têm outras que não, como por exemplo: ligar tomada.

Sei que para as mães os filhos nunca crescem, comigo não seria diferente.

Mas esta independência ás vezes me pega de surpresa, pois ele vem com cada uma, é cada resposta que ele tem que nem parece que tem 3 anos e sim, 5 anos.

Pedrinho tem muita energia e esta energia tem que ser canalizada para coisas úteis e saudáveis, por isto que vou tanto ao Parque dou passeamos tanto com ele.

Ele também é ansioso, não pode prometer nada para ele que ele não esquece e cobra. Risos.

E assim, dentro da normalidade comecei a observar que ele está roendo unhas e fiquei preocupada. Pesquisei na internet e li alguns artigos que apontavam a mesma idéias, entre eles:

Por que meu filho rói unha?

O hábito de roer unhas pode começar a partir dos três ou quatro anos de idade. A onicofagia, como esse costume é chamado, pode ser considerado normal para essa fase do desenvolvimento da criança, já que o roer tem certa relação com a “independência” do pequeno.

Explicamos: é na faixa dos 3 ou 4 anos que a criança começa a fazer coisas sozinhas. É o início dos desafios, pois já não recebe tudo prontinho como na fase de bebê. Acontece que às vezes ele consegue passar pelos obstáculos apresentados. Mas outras não. E quando não consegue executar algo, o pequeno pode ficar ansioso. O que ele pode fazer para minimizar a tensão? Isso mesmo: roer a unha.

Esse hábito pode ser passageiro ou então durar até os 16, 18 anos, com picos de melhora e piora. Para alguns, pode permanecer durante toda vida.

Além da tensão e ansiedade, outros fatores contribuem para esse péssimo hábito. O tédio, o cansaço e o estresse. Pouca atividade ou em excesso são prejudiciais.

Muitas vezes o roer de unhas pode ser uma imitação dos pais, do irmão ou de um amiguinho da escola e nem sempre provém de alguma ansiedade. É bom estar de olho nos modelos que a criança copia. Normalmente, a imitação é um hábito passageiro.

Algumas dicas auxiliam os pais a ajudar os filhos a cessarem o roer de unhas. Uma das mais importantes é não reforçar. Portanto, não adianta chamar a atenção ou dar bronca quando a criança estiver roendo a unha. 

Com isso, os pais chamam a atenção para o hábito, reforçando-o, dando a atenção que toda criança gosta – mesmo sendo uma advertência. Que coisa, né.

Castigos, colocar pimenta ou outra substância amarga nos dedos também não resolve. Para a criança, parece que os pais estão punindo-a. Não há motivo para punição, já que roer as unhas é um ato compulsivo e não porque a criança quer.

Se os pais perceberem que os filhos roem as unhas em momentos de tensão, evite que assistam a filmes ou desenhos que contenham perseguições, suspenses ou de terror.

Driblando esse mau costume - A melhor maneira de acabar ou diminuir a oniofagia é conversar e conscientizar a criança sobre o mau hábito. Dizer que é perigoso para a saúde, já que as unhas estão normalmente sujas e pode entortar os dentes. 

A criação de gestos para ser usado na frente de outras pessoas que só você e o seu filho saibam para que ele retire a mão da boca é importante para que não se sinta envergonhado.

Realizar atividades relaxantes com a criança e oferecer um espaço para que expresse seus medos, angustias e dúvidas são muito importantes. Promova elogios a todas as atividades que a criança consiga realizar e incentive as que não consegue. Nunca deprecie ou humilhe na frente de outras pessoas.

Se a criança estiver roendo as unhas, não chame a sua atenção. Simplesmente lhe dê um brinquedo, peça para que te ajude em alguma atividade ou peça para que cantem uma música juntos. A criança sem perceber cessará o hábito.

A preocupação pode aumentar quando a criança rói as unhas e ainda apresenta um comportamento incomum, como agressividade, medos exagerados, choro e baixa tolerância a frustração. Nesses casos, é melhor procurar ajuda especializada de um psicólogo, pois mostra que a criança não está conseguindo sozinha resolver seu conflito.


Fonte: Guia do bebe

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Pedrinho na casa dos avôs paternos

Sempre gostei de filmar Pedrinho numa projeção cinematográfica curtísssima, tipo... menos de 1, 2 ou 3 minutos.

E como tenho muitos vídeos, achei este muito legal. Vou procurar postar o melhores aqui no blog

Ele estava com 1 ano e três meses e adorava balbuciar: iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Menos refrigerantes para as crianças

 Um dado apresentado por pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, revelou algo que muitos já imaginavam, infelizmente. O brasileiro está cada vez menos comendo arroz e feijão. Para piorar, o povo está cada vez mais consumindo refrigerante e cerveja.

A pesquisa foi divulgada em dezembro de 2010, conforme coleta de informações entre maio de 2008 e maio de 2009.

Essa pesquisa não é direcionada às crianças, mas seus efeitos poderão ser facilmente ligados ao público infantil. A razão é simples: pais que se alimentam inadequadamente geralmente oferecem uma refeição saudável aos filhos. Isso não significa que se o pai ingere cerveja, o filho também consumirá. Longe disso.

Mas a criança é uma "esponjinha" dos pais. Ou seja: tendem a copiar as atitudes dos pais. Se o pequeno sentar à mesa e notar que os pais comem com gosto uma maçã ou uma salada bem temperada ou então bebem um suco de laranja fresquinho, a chance de a criança se interessar por esses hábitos saudáveis é grande.

Agora um pai que traz refrigerante ou alimentos "engordativos" para casa estará contribuindo para alimentação ruim das crianças.

Tudo bem, de vez em quando é uma delícia beber refrigerante. É barato, fácil de encontrar e prático para beber (não precisa descascar ou coar), e é ótimo acompanhamento para pizzas e outras coisas. Mas o consumo diário de refrigerante é prejudicial às crianças.


Um copo cheio de refrigerante, por exemplo, contém em média de 80 a 100 calorias. Uma bomba principalmente para crianças com problemas ligados à obesidade.

É verdade que um copo com suco de laranja é tanto quanto calórico (90 calorias, em média), mas o suco fornece inúmeras propriedades nutritivas, como vitaminas e minerais. O refrigerante é paupérrimo em nutrientes.

O excesso de refrigerantes pode aumentar o risco de diabetes tipo 2, devido à grande quantidade de açúcar. Não à toa, a obesidade e diabetes tipo 2 aumentaram nos Estados Unidos, maiores consumidores de refrigerante.

Lembrem-se, pais: seu filho vê você como um "super-heroi". O que você fizer ele certamente achará o máximo. Portanto, não seria interessante você dar bons exemplos alimentares ao seu filho?

Bruno Rodrigues

Fontre: Guia do bebe

Eu não gosto que Pedrinho tome refrigerante, eu só deixo nos aniversários. Eu não acostumei meu filho a comer doces e beber refrigerentes, ele nem gosta de chocolate. E não me arrependo disto.

Outro texto muito bom que achei na net:

Os refrigerantes destacam-se como uma das fontes mais importantes de cárie dental presentes na dieta, atingindo pessoas de todas as idades. Ácidos e subprodutos acidíferos do açúcar presente nos refrigerantes desmineralizam o esmalte dental, contribuindo para a formação das cáries.


Em casos extremos, o esmalte desmineralizado combinado com escovação inadequada, bruxismo (hábito de ranger os dentes) ou outros fatores pode levar à perda dental.

Está-se bebendo cada vez mais


O consumo de refrigerantes nos Estados Unidos aumentou drasticamente em todos os grupos demográficos, especialmente entre crianças e adolescentes. O problema é tão grave que autoridades de saúde como a American Academy of Pediatrics começou a alertar sobre os perigos.

Quantas crianças em idade escolar bebem refrigerantes? Estimativas variam de uma em cada duas à quatro em cada cinco consumindo pelo menos um refrigerante por dia. Pelo menos uma em cada cinco crianças consome um mínimo de quatro porções por dia.

O que fazer ?

Crianças, adolescentes e adultos podem se beneficiar com a redução do número de refrigerantes que consomem, e também com as terapias bucais disponíveis. Eis algumas medidas que você pode tomar:

Substitua o refrigerante por bebidas diferentes: Tenha na geladeira bebidas que contenham menos açúcar e ácido, como água, leite e suco de fruta 100% natural. Ingira essas bebidas e estimule seus filhos a fazer o mesmo.

Enxágüe a boca com água: Depois de consumir um refrigerante, faça um bochecho com água para remover vestígios da bebida que possam prolongar o tempo que o esmalte fica exposto aos ácidos.

Use creme dental e solução para bochecho com flúor: O flúor reduz as cáries e fortalece o esmalte dental, portanto escove com um creme dental que contenha flúor, como o Colgate Total® 12. Fazer bochechos com uma solução com flúor também pode ajudar. Seu dentista pode recomendar um enxaguatório bucal que você compra na farmácia ou supermercado ou prescrever um mais concentrado dependendo da gravidade do seu problema. Ele também pode prescrever um creme dental com maior concentração de flúor.

Faça aplicação de flúor com o profissional: Seu dentista pode aplicar flúor na forma de espuma, gel ou solução.Os refrigerantes são implacáveis com seus dentes. Reduzindo a quantidade que você ingere, praticando uma boa higiene bucal e buscando ajuda com seu dentista e higienista, você pode neutralizar seus efeitos e usufruir de uma saúde bucal melhor.