sexta-feira, 20 de julho de 2012

A Colônia de férias vai deixar saudades!


Hoje é o último dia da Colônia de férias que Pedrinho está participando. Vai ter uma "festinha" de despedida e já estou vendo: - Pedrinho tomando refrigerante.

Aliás, eu não gosto que ele beba ou coma besteiras... mas hoje é festa! Vou ter que deixar. Risos

Ele adorou esta colônia e foi muito bom para ele, pois só assim Pedrinho pode gastar a energia que tem.

Valeu!!!

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Leitura vem do berço

Especialistas defendem que pais leiam para filhos a partir dos 6 meses, porque melhora a cognição e o desempenho escolar


Ler ou não ler para o bebê, eis uma questão que David Dickinson, doutor em educação pela Universidade de Harvard, e Perri Klass, pediatra, escritora e professora de pediatria e jornalismo da Universidade de Nova York, garantem saber responder. Sim, deve-se ler e muito, a partir dos 6 meses de vida, mas sem deixar os olhinhos do neném arregalados com a maluquice de Hamlet ou as desgraças de Rei Lear.

A recomendação dos super-especialistas é incluir, em meio à troca de fraldas, a mamadeiras, passeios e choros, o folhear diário das páginas de um livro apropriado para aquela faixa etária, cheio de cores e figuras (hoje não faltam opções nas prateleiras). Para eles, esta é a melhor forma de desenvolver a inteligência da criança e a sua linguagem oral e escrita, preparando-a para a alfabetização e aprimorando sua capacidade de aprender.

Que fique claro: a ideia não é transformar o bebê num minigênio. Os especialistas, que apresentaram pesquisas científicas na Bienal de São Paulo na semana passada provando como a leitura interfere no desenvolvimento cognitivo da criança, querem prazer e interação ao som da narrativa dos pais.

Os benefícios desse ritual são insubstituíveis. Não adianta só conversar com a criança ou passear descrevendo as paisagens nem inventar aventuras. Tem que ler, mostrar formas e cores e fazer perguntas ao bebê o tempo todo, estimulando sua participação.

Dickinson e Perri vieram para cá a convite da ONG Instituto Alfa e Beto (IAB), em São Paulo, e abraçaram a iniciativa da criação de uma biblioteca para bebês e o lançamento de uma cartilha com dicas das técnicas de leitura mais adequadas para cada fase. O objetivo é tornar os livros mais acessíveis também às classes sociais mais baixas, porque Oliveira acredita que o ciclo vicioso da pobreza também passa pelo ciclo vicioso da transmissão da linguagem.

 O IAB também criou um catálogo com 600 títulos (sim, 600!, uma média de dois por semana, dos 6 meses aos 6 anos, cerca de 100 por cada faixa etária) para serem lidos antes do ingresso ao ensino fundamental. O objetivo não é listar os melhores livros, mas, sim, dar uma ideia para os pais dos tipos de publicação adequados para a idade de seus filhos.

- O texto escrito possui uma variedade de vocabulário e uma complexidade sintática que não é encontrada na linguagem oral, nem mesmo na fala informal de adultos com curso superior - explica o fundador do IAB, João Batista Oliveira, psicólogo com PhD em Educação. - Todos os estudos mostram que expor a criança desde cedo aos livros contribui para o desenvolvimento da linguagem e, consequentemente, para o seu sucesso escolar. A formação do hábito de leitura também é importante para que a criança se torne um ávido leitor, outro fator fortemente associado ao sucesso escolar.

Mas, para tranquilizar quem perdeu o primeiro bonde, Oliveira garante que nunca é tarde para começar. Só ressalta que, quanto antes o hábito fizer parte do dia a dia da criança, melhor:

- Além de desenvolver diversas competências ligadas à alfabetização e à linguagem, a leitura também fortalece o vínculo das crianças com os pais: eles gostam de ler com os pais porque gostam dos pais. Mas a leitura deve ser participativa. Um dos aspectos mais importantes é envolver a criança, desde cedo, no processo de escolha de livros. Pergunte sempre qual a criança prefere, deixe que ela manifeste seus interesses ou crie novos. A escolha leva ao compromisso - garante o fundador do IAB.

Pelas pesquisas americanas apresentadas, das 12.500 crianças que fizeram teste de vocabulário aos 5 anos, as de famílias mais pobres tinham quase um ano de atraso; as que já tinham hábito da leitura em família aos 3 anos aumentaram o vocabulário em pelo menos 2 meses; e visitas mensais à biblioteca aumentaram o vocabulário de todas elas em 2,5 meses. Essa riqueza no repertório vai se refletir no desempenho escolar e no comportamento social. "Crianças que se atrasam nas séries iniciais correm o risco de permanecerem atrasadas ao longo do processo escolar", definiu Perri em sua apresentação. Além disso, para a pediatra, "ler para os filhos desde cedo ajuda a criança a ver os livros como fonte de prazer e de informação".

O neurofisiologista Mario Fiorani, do laboratório de Fisiologia da Cognição do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho da UFRJ, com pós-doutorado no National Institutes of Mental Health do National Institutes of Health, nos EUA, não é, de forma alguma, contra o incentivo à leitura. Mas acredita que não é só a educação formal que molda as pessoas.

- Só as habilidades linguísticas não bastam, mas a leitura pode ampliar horizontes de forma inimaginável. Isso depende, porém, de senso crítico, que pode ser inato (natural do indivíduo) ou aprendido informalmente no convívio familiar. Caso contrário, a leitura pode produzir um leitor 'compulsivo', sem grandes ganhos.

Sobre o desenvolvimento da cognição, Fiorani diz que a leitura amplia o horizonte no campo da linguagem:
- Mas os aspectos cognitivos dependem de muitos outros fatores, tanto inatos quanto adquiridos. A leitura é um bom estímulo cognitivo para melhorar o conhecimento do mundo que nos cerca. Estimula a imaginação e o leitor pode parar para pensar no que está lendo quando quiser, o que permite uma melhor elaboração do conteúdo. Mas as pessoas podem desenvolver o hábito de leitura e aprimorá-lo em qualquer idade. O estímulo precoce só vai tornar tudo mais fácil. A leitura não é um fim mas, sim, um meio. O conhecimento é uma meta.

Fonte: O Globo

terça-feira, 17 de julho de 2012

Brincar no Parque

O Parque da Jaqueira é um dos lugares preferidos para mim. Pois, além de ser perto de casa é bem agradável e eu sinto a presença de Deus na natureza. É um momento de paz e equilíbrio.

Pedrinho curte muito pois tem areia para ele brincar e neste dia, ele fez uma pista para o tanque de brinquedo andar. É claro que a pista foi feita com ajuda do trator e do caminhão dele.

Tem brinquedos como escorrego, balanço, gangorra, labirinto, entre outros.

Curtimos muito!!!!



Este parquinho é para crianças pequeninas e fica na frente da Capela do Parque.

 Esta foi a carinha dele quando eu disse que íamos embora. Risos

sábado, 14 de julho de 2012

Muita diversão na colônia!!!!!


Na colônia de férias o que não falta é a brincadeiras, diversão e alegria. Ah! Além de novos amiguinhos.

Durante as tarde do mês de julho, a instrutora Tia Sandra conta estórinhas, faz brincadeiras e jogos, e também atividades pedagógicas.

Consegui registrar alguns destes momentos:






terça-feira, 10 de julho de 2012

Colônia de férias



Férias é o tempo de brincar e se divertir sem nenhuma rotina. É passear e fazer novos amigos, além de gastar energia da criança, principalmente o da primeira infância (De 0 a 6 anos).

É o momento de extravasar e se sentir livre.



Logo, decidimos colocar Pedrinho na Colônia de férias "Lazer mania recreação" que funciona no prédio da Vovó Iraci de segunda a sexta, das 14 às 18h.

Ele está curtindo muito e as atividades ocorrem ora no salão de festa, ora no campinho. Também, vai ter recreação na piscina e cama elástica.

São muitos jogos e brincadeiras e alguma oficinas com argila, tinta e culinária. Vai ter um dia que será caça ao tesouro.

Na internet encontrei um texto bem interessante que aborda o tema "Importância da recreação infantil" e assim, retirei alguns trechos interessantes.

"A brincadeira e o jogo são para a criança um fim em si mesmo, devem ser para nós um meio de educar, de onde seu nome jogo educativo que toma cada vez mais lugar na linguagem da pedagogia maternal".


Toda criança tem o direito de brincar, pois brincar é fundamental para o seu próprio desenvolvimento físico, psíquico e social. 


Fonte: Prof. Eduardo

Aqui Pedrinho está jogando bola com um dos instrutores