Pedalar é uma das coisas que Pedrinho mais gosta de fazer e ir ao Parque é a melhor opção. Ah! jogar bola também! Risos.
Olha a carinha dele de felicidade!
sábado, 15 de março de 2014
quinta-feira, 13 de março de 2014
Teste do pezinho
Atualmente, logo quando os bebês nascem eles fazem o teste do pezinho, do olhinho e do ouvidinho. São exames importantíssimos para a saúde dos bebês.
O teste do pezinho foi feito em Pedrinho quando ele tinha apenas 5 dias de vida e na hora fiquei com receio, porque eu sabia que ele ia furar o pé e ia doer. Coisas de mãe!
Eu fiquei na sala e papai na fora. Aproveitei para saber qual o tipo sanguíneo (fator rh) dele.
E quanto ao teste do ouvido, tem que fazer com o bebê dormindo. Fomos para a clínica com a vovó Iraci.
E o do olhinho, teve que dilatar os olhos. Pedrinho chorou, mas não teve outro jeito
Eu fiz todos de Pedrinho. Tudo normal, graças a Deus!
Teste do Pezinho: para todos os bebês!
O exame laboratorial, chamado também de triagem neonatal, detecta precocemente doenças metabólicas, genéticas e infecciosas, que poderão causar alterações no desenvolvimento neuropsicomotor do bebê. Falemos numa linguagem mais simples. Esse exame é popularmente conhecido como teste do pezinho, pois a coleta do sangue é feita a partir de um furinho no calcanhar do bebê.
As mamães geralmente ficam com o coração na mão quando tem que levar seus bebês para o exame, pois estes normalmente choram. Mas por que a picadinha no calcanhar? O que as mães devem saber é que o calcanhar é uma região rica em vasos sanguíneos e a coleta do sangue é feita rapidamente com um único furinho. O furo é quase indolor, mas a dor ainda é uma sensação nova para o bebê e por isso choram.
Esse exame é realizado em grande parte nas maternidades quando o bebê completa 48 horas de vida. Antes disso, o teste pode sofrer influência do metabolismo da mãe. O exame também é feito em laboratórios.
O ideal é que o teste seja feito até o sétimo dia de vida. Basta apenas uma picada no calcanhar do bebê para retirar algumas gotinhas de sangue que serão colhidas num papel filtro e levadas para serem analisadas.
Prevenindo doenças graves - Para quem não sabe, o teste do pezinho é obrigatório por lei em todo o Brasil e a simples atitude de se realizar o exame faz com que doenças causadoras de seqüelas irreparáveis no desenvolvimento mental e físico da criança sejam detectadas e tratadas mesmo antes do aparecimento dos sintomas.
Existem diferentes tipos de exames do pezinho. O Sistema Único de Saúde (SUS) instituiu o Programa Nacional de Triagem Neonatal, onde cobre a identificação de até seis doenças (fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, anemia falciforme, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita e deficiência da biotinidase). Mas nem todos os Estados brasileiros realizam os quatro testes.
O Programa Nacional de Triagem Neonatal prevê três fases do teste do pezinho, em que os Estados devem se adequar. A primeira fase detecta as doenças fenilcetonúria e hipotireoidismo congênito. A segunda inclui a anemia falciforme, e a terceira fase a fibrose cística.
Versão nova do teste - Hoje já existe uma versão ampliada do teste do pezinho onde é possível identificar mais de 30 doenças antes que seus sintomas se manifestem. Mas é ainda um recurso sofisticado e bastante caro, não disponível na rede pública de saúde.
Mesmo assim, a versão ampliada do teste do pezinho é subdividida. Geralmente, quanto maior o número de doenças detectadas, mais caro é o exame. Existem ainda exames complementares que também podem ser realizados com o sangue do papel filtro do teste do pezinho.
O exame do pezinho é essencial para o desenvolvimento da saúde do seu bebê. Não esqueça que o exame convencional é obrigatório e gratuito. Exija sempre seus direitos e faça com que sejam cumpridos.
Dicas
Não se preocupe se tiver que repetir o exame. O teste do pezinho exige repetição para esclarecer o primeiro resultado, quando suspeito de normalidade ou quando o teste é realizado antes de 48 horas de vida.
Um resultado normal, mesmo no teste ampliado, não afasta a possibilidade de outras doenças neurológicas genéticas ou adquiridas. O teste não diagnostica, por exemplo, a síndrome de Down.
Fonte: Guia do bebe
terça-feira, 11 de março de 2014
Guloseimas X Alimentação saudável
Pedrinho sempre me pede dinheiro para comprar balas ou pirulitos. Embora que de uns dias para cá, ele não diz o que vai fazer com o dinheiro.
Então, teve uma certa vez que ele me pediu dinheiro e eu disse a ele que não ia dar porque ele compra besteira na cantina do colégio e que eu não quero que ele coma estas porcarias.
E ele me respondeu: - Mamãe é para comprar sopa.
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

E o mais engraçado é que meu filho não toma sopa em casa, só no colégio na hora do lanche coletivo.
Muitas comidas que ele come no colégio, ele não come em casa como: sucrilhos com leite, bolo de qualquer tipo, macaxeira, canja. É muito curioso, porque ele só se delicia com estas comidas porque vê o coleguinha de sala de aula lanchando.
De fato não gosto que ele coma muito guloseimas, apesar que Pedrinho só gosta de balas, pirulitos, jujuba, pipoca e algumas pastilhas doces menos as mentoladas.
Eu não come chocolate, biscoito recheado, marshamallow e salgadinhos. E eu não deixo ele chupar chicletes e nem pirulitos de bola, porque receio que ele se engasgue.
Ele também não gosta nem de sorvete e nem de pirulito, às vezes ele me pede um picolé de uva e chupa um pouquinho e depois me entrega dizendo:
-"Mamãe, quero não. Tá gelado!"
Nas festinhas, ele só toma refrigerante e 1 ou 2 coxinhas. Nunca brigadeiro ou qualquer outro docinho e nem o bolo de chocolate.
Na páscoa, eu compro brinquedo no lugar do ovo de páscoa.
As pessoas ficaram admiradas em saber que ele não come chocolate.
Também, não gosto que ele coma sanduiches com hamburger, principalmente, aqueles de franquia que oferece o combo com brinquedos. Eu nem levo ele a este tipo de lugar.
Apesar de depois de provar batatinha frita, ele sempre que ver no self service ele quer. Ai eu coloco no prato dele bem pouquinho.
Meu filho, também gosta de pizza e assim, optamos pela de mussarela porque é a mais leve de todas as opções. Ele fala:
-"Cade a pizza do Pedro?!"
Pedrinho é uma criança saudável e se alimenta bem. Hoje, com 5 anos, ele almoça e janta, além dos lanchinhos. Ele toma iorgute, yakut e algumas frutas. Verduras e legumes, infelizmente, não fazem parte do cardápio dele.
Em compensação queijo, carne branca e até vermelho, cereais e frutas ele come tudo. Quanto aos carboidratos, ele come pouco. Meu filho não é muito apaixonado por pão, às vezes como a metade do pão com queijo e presunto.
Ele gosta de comer macarrão com carne e feijão. Meu filhão ama ovos com queijo acompanhando o cuscuz ou inhame. Estamos felizes quanto a alimentação dele.
E eu não me arrependo de criá-lo assim, por mim ele nunca comia doce e principalmente refrigerantes e para meu desespero (risos) ele só quer tomar Fanta, o pior refrigerante que tem por causa do corante.
Os doces/refrigerantes que entram na boca dele em festas ou em algumas ocasiões que são inevitáveis.
Mas nunca eu dou doce antes das refeições, porque o doce inibe a fome.
Medo do escuro
Pedrinho tem medo do escuro, não quer dormir de luz apagada e nem ficar nenhum minuto no escuro.
Sempre que vou colocá-lo para dormir, o fortaleço com uma oração rogando a Jesus a proteção para meu filho. Pedrinho escutando a rogativa, fica tranquilo e dorme numa boa.
Mas, eu acredito que medo do escuro é uma situação comum para as crianças. Se pararmos para pensar, de um modo geral o medo é algo bom porque caso contrário, nos ariscaríamos muito e nossas vidas estariam em perigo.
Pedrinho começou a sentir este tipo de medo por volta dos 4 anos e às vezes antes de dormir, ele me pergunta:
-"Aqui em casa tem monstro? Tem lobo (lobo mau)?"
E eu sempre respondo:
-"Filho, na casa que tem amor e oração, monstros e lobos não entram porque Jesus não deixa. Não tenha medo."
Em nenhum momento fazemos medo ou ameaçamos nosso filho na situação do medo do escuro. E assim, ele fica mais confiante e hoje, em dia, ele está reagindo de uma forma mais positiva, diminuindo o seu medo a cada dia.
Achei este texto bem interessante na internet:
Medo do escuro: como lidar?
É só a luz se apagar para que a criança “acenda” o medo na hora de dormir, em virtude da escuridão no quarto. Somente no escuro que seu filho relata bichos debaixo da cama, sombras e espíritos do mal que querem pegá-lo e monstros dentro do armário. Nunca menospreze esse medo, a criança sente realmente, não é manha.
O medo é uma reação de proteção do organismo que prepara o nosso corpo para fugir de situações de perigo. O medo do escuro faz parte do desenvolvimento infantil e começa aos três anos de idade desaparecendo por volta dos seis anos.
Antes dessa fase, porém, a criança começa a construir o seu próprio mundo com muita magia e seres imaginários que podem brincar com ela, fazendo conhecer os mais variados sentimentos, incluindo o medo.
E é justamente a hora de dormir o momento onde a criança se sente desprotegida, pois tem que se “desligar” da presença dos pais e da segurança que os adultos oferecem. Então, quando a luz se apaga, as crianças não enxergam nada, o que é real desaparece e a escuridão esconde os perigos de sua própria imaginação.
Um simples ruído pode perfeitamente ser o monstro que irá puxar seus pés, assim como a sombra de um galho de árvore transforma-se em um fantasma.
Nessas ocasiões, procure deixar a lâmpada do banheiro ou do corredor acesa até que ela durma. Para que a criança se sinta segura, deixe a porta aberta ou dê algum brinquedo que ela possa abraçar. A presença dos pais ou de alguém que lhe transmita segurança na hora de dormir também é muito importante. Se preferir, leve a criança para dormir na cama dos pais, porém, de forma que não seja um hábito corriqueiro, para que não se acostume.
Além da fantasia, outra causa que pode levar ao medo do escuro é a mudança de casa. O quarto novo é um desconhecido que pode guardar surpresas como os temíveis monstros. A criança poderia não ter medo na casa antiga, pois conhecia o seu quarto canto por canto.
Para lidar com esse medo os pais devem conversar com a criança. Compreendendo o porque da criança ter medo do escuro, fica mais fácil explicar que a sombra na parede não é um fantasma, mas a sombra do galho da árvore que está do lado de fora.
Um erro do adulto é fazer a criança enfrentar o medo contra a sua vontade. Fazê-la expressar o medo que sente deixa a criança segura para enfrentar sua própria fantasia.
Segredinhos para acabar com os monstros - Algumas brincadeiras ajudam a criança a dominar o medo do escuro como identificar as sombras na parede feitas pelas mãos ou as que aparecem no quarto, ou então adivinhar qual é o som no escuro e de onde vem.
Quando o medo aparecer é bom deixar um foco luz aceso para que a criança se sinta mais segura e mais para frente apague esse foco, mas deixe uma lanterna sempre no mesmo lugar para que a criança possa acendê-la quando sentir medo. Bichos de pelúcia, travesseiros e brinquedos preferidos podem dar segurança e aconchego na hora de dormir.
Fonte: Guia do Bebe
segunda-feira, 10 de março de 2014
Brincando no prédio
Pedrinho adora tomar banho de piscina e sempre que o sol aparece, não tem outro pedido. Risos.
Além da piscina, no salão de festa do prédio tem dois brinquedos: mesa de ping pong e Toto.
Sempre que estamos nesta área, meu filho brinca nos brinquedos, inclusive o balanço e escorrego, e fica brincando na piscina.
Muito bom!
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