segunda-feira, 7 de abril de 2014

Falando no telefone


Desde pequenininho, eu coloco Pedrinho para falar com os avós, papai ou qualquer outro parente ou amigo que ligue lá para casa.

E quando tinha uns 2 aninhos, por telefone ele pergunta ao avô dele:
-"Chegou quinhããããããããããooooo? (Tradução: Chegou caminhão?)."
E o vovô respondia: -"Chegou nãããooo."
Outra pergunta: -"Chegou tato?" (Tradução: Chegou trator?).
E o vovô afirma: -"Chegou nãããooo."

Até hoje, Pedrinho tem o hábito de ligar diariamente para os avós dele e conversar muito com um e depois com o outro. E é muito lindo vê-lo e ouvi-lo com o aparelho telefônico. Risos.

Eu ensinei para meu filho o número do telefone residencial dos avós dele e ele decorou. E aí, é bem cedinho da manhã que Pedrinho os acorda.

Acredito que no dia que filhão não ligar, eles vão sentir falta.

Ás vezes, quando Pedrinho está na casa dos avós e quer ir para casa, ele pede:
-"Vovó liga para meu pai vir me buscar" 

Quando estou no meu trabalho ligo todo dia para ele, mas só uma vez. Eu perguntou se ele já jantou, se já tomou banho, o que fez de mais legal no colégio, se está brincando e de que, ufa. E ele me conta as novidades.

Em seguida, sempre o recomendo de vestir o pijama, escovar os dentes e rezar antes de dormir

E no final, sempre digo para ele: -"Filho, mamãe te ama muito e eu estou morrendo de saudade. Fica com Deus. Te amo. Tchau."




domingo, 6 de abril de 2014

Hoje nos cinemas

Como Pedrinho já tem 5 anos e já entendem muita coisa, todas as vezes que ele ver uma propaganda de qualquer filme de animação, ele quer assistir.

E o mais engraçado é que no anúncio sempre fala: - "Hoje nos cinemas". 

E sendo assim, meu filho fala: - "Mãe, é hoje nos cinemas". É como se o filme só passasse no cinema Hoje e amanhã não teria mais. Risos.

Apesar da estréia do filme "Rio 2" ter sido no fim de março, neste fim de semana levamos Pedrinho para assisti-lo.




Sorrisso janelinha


O sonho de Pedrinho é ter um sorriso janelinha! Risos.

Ele está vendo que alguns amigos com idade aproximada da dele que já está sem o dente leite e é o da frente.

Existe tantas estórias a respeito do tema que são de costume popular, como a fada do dente ou guardar o primeiro dentinho. Enfim, não pensei em nada para contar para ele para não criar mais expectativa.

Tem um vídeo da música "Abra um sorriso" de Aline Barros. É muito divertido!



E a troca de dentes é um momento de preocupação, porque não me lembro se dói, se Pedrinho vai deixar tirar com facilidade quando o dente estiver bem mole e como ele vai reagir.

Mas, vai dar tudo certo!

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Seis princípios para limites e regras com as crianças


Um assunto que frequentemente angustia pais e mães é como colocar limites de um jeito eficaz. Mesmo os pais mais seguros e experientes se sentem desafiados por essa tarefa em algum momento.

São muitas as dificuldades encontradas: há quem se sinta perdido quando o filho faz birras em público; quem sinta culpa em dizer “não”, ou não saiba como fazê-lo; há o medo de perder o amor de seus filhos ou se distanciar deles quando coloca limites ou se necessita dar um castigo; muitas vezes é complicado conseguir que todos os adultos envolvidos (pai, mãe, avós, babás) coloquem os mesmos limites, de forma coerente; ou ainda, se escuta opiniões e palpites conflitantes de outras pessoas da família; sem esquecer as críticas – feitas pela família ou até por estranhos na rua – quando se tenta colocar limites; e ainda, como pode ser frustrante ter que repetir para seu filho a mesma coisa todos os dias.
  
Porém, é crucial a importância dos limites para a segurança da criança, seja no sentido de desenvolver nela o sentimento de segurança (saber que é amada e que você se importa com ela), seja para a própria proteção e segurança física (evitar acidentes, por exemplo).

Os limites também são essenciais para que a criança aprenda a distinguir o certo e o errado, o que é aceitável ou não, e ainda para aprender a lidar mais tranquilamente com suas frustrações e a conviver harmoniosamente em sociedade. Portanto, os limites auxiliam a criança a ir mais além, desenvolvendo capacidades que serão úteis para o resto da vida. Sem dúvida, vale à pena o esforço parental.

A educação dos filhos é um processo não-linear, ou seja, às vezes tem-se a impressão de dar voltas e experimentar retrocessos; na verdade, esse processo é natural, até que as conquistas estejam consolidadas. Estabelecer limites não é uma tarefa que se faça uma vez só, mas algo que deve ser continuamente repetido e reforçado para que sejam internalizados.

Por mais desafiador que seja, e mesmo que cada família encontre um jeito próprio de estabelecer e reforçar os limites, há alguns princípios a se ter em mente. Eles vão ajudá-lo a tornar essa tarefa mais simples:

1.     Combine as regras e condutas com os outros adultos

Para os adultos, é indispensável ter clareza sobre quais são as regras importantes. Essa decisão passa por uma reflexão sobre os valores pessoais e familiares. Algumas regras são importantes para a sociedade como um todo, já outras são mais importantes para algumas famílias do que para outras.

2.   Explique as regras e limites para as crianças

Explique por que cada limite dado é importante, numa linguagem acessível, sempre enfatizando em que aquele limite beneficia a criança, mesmo que a princípio isso pareça óbvio para você. Por exemplo, não diga à criança que não pode brincar com um objeto de vidro “para não quebrar”, explique também que se o vidro quebrar vai machucá-la e vai doer. Às vezes a criança não consegue fazer essa inferência sozinha. Aos poucos ela entenderá que regras e limites existem a seu favor.

Vá além de apenas impor, e sempre que possível combine as regras com as crianças. Nos combinados, deixe claro o que espera delas, e quais as consequências para a desobediência.

Lembre-se que alguns limites variam com a idade (e portanto alguns combinados precisam ser revistos de tempos em tempos) enquanto outros são fixos e não negociáveis.

3.   Estabeleça limites com firmeza e carinho, ao mesmo tempo

Assim a criança vai aos poucos entendendo que os “nãos” que recebe de você são atos de amor e de cuidado com ela, e não você impondo suas vontades de maneira arbitrária.

Tente sempre manter a calma e não alterar a voz. Não faça ameaças do tipo “Assim não vou mais gostar de você”. Os limites são para o bem dela, e não para agradar outra pessoa.

4.   Torne a informação compreensível: seja específico

Dê alternativas para um comportamento. Dizer somente “não deixe seus brinquedos espalhados” é diferente de dizer onde deve guardá-los. Dizer que deve “tratar os outros bem” é uma afirmação vaga, que não especifica o que é esperado. Novamente, o que parece óbvio para você pode não ser para o seu filho.

5.    Seja coerente e não confunda seu filho

Dê o exemplo. Não adianta cobrar do seu filho aquilo que você não faz. Seus exemplos vão falar mais alto que suas palavras.

Também não adianta cobrar o cumprimento das regras apenas de vez em quando. Nesse caso, as regras serão percebidas como imposições suas que variam com seu estado de humor.

Reforçando: os responsáveis pela criança precisam estar em sintonia, combinando para agirem de forma coerente na hora de impor limites e de fazer com que sejam cumpridos. Quando cada adulto faz de um jeito diferente a criança fica confusa, sem saber quais regras são importantes, por que devem ser seguidas ou mesmo se devem ser seguidas.

6.   Seja justo

Estabeleça regras que a criança é capaz de cumprir. O mesmo vale para eventuais castigos. Prometa o que é capaz de cumprir.

Não castigue um desconhecimento de uma regra. Explique para a criança o que espera dela e as consequências para uma desobediência futura.

Ainda sobre os castigos, quando necessários, que eles sejam imediatos. Não adianta suspender o passeio do próximo fim de semana, pois a criança (e às vezes você) nem sequer lembrará do motivo do castigo. Também não precisam ser excessivamente longos: o objetivo é que a criança reflita sobre suas ações e seja cada vez mais capaz de controlá-las.
  

Paciência, amor e perseverança. Quando ficar difícil, lembre-se que você está ajudando seu filho a lidar com frustrações, exercer o autocontrole e conviver bem com os outros, coisas que só têm a contribuir para a qualidade de vida.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Aprendendo a escrever

Pedrinho está quase lendo, só não consegue com as palavras que contém os dígrafos (agrupamento de duas letras com apenas um fonema), como por exemplo: rr, ss, sc, ch, xc, lh, nh, gu, qu...


Ele foi aprendendo a escrever com letra maiúscula, hoje usada pelos educadores com o termo letra bastão e só agora, está aprendendo a escrever minúsculo (letra cursiva).



E logo, ele e todos os coleguinhas de sala de aula estão com dificuldade na escrita. Mesmo assim, ele consegue fazer a lição de casa.



Vejam as fotos que tirei do caderno de caligrafia pauta verde dele:






Este foi um exercício de cobrir o pontilhado que fiz em casa para ele treinar o nome dele